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WALTER SANZOVO

PSICANALISTA / HIPNOTERAPEUTA / COACH DA MENTE

PSICANÁLISE

Como se forma nossa psique e porque escondemos nossas dores?

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A Psicanálise ajudando compreender nossa dimensão psíquica

Agregando conceitos de outros relevantes estudiosos da psique humana, como Jung, Maslow dentre muitos outros, podemos somar à visão inicial de Freud a necessidade de o ser humano enxergar e entender as influências do meio onde vive, dos padrões de comportamento, dos papéis sociais típicos que o afetam ao longo de sua relação com o coletivo (os arquétipos); a necessidade de este ser encontrar sua função no mundo – o sentido de sua vida – e se integrar com esse mundo, satisfazendo suas necessidades e exercitando seus dons e talentos de forma satisfatória.  Para tanto é fundamental conhecer-se profundamente.

Reforça-se assim a função da Psicanálise como recurso relevante na busca pelo autoconhecimento, visando à manutenção do equilíbrio e do bem-estar dos indivíduos em um ambiente de grande complexidade.

Na jornada interna para o autoconhecimento, são analisados os múltiplos fatores que constituem a formação de nossa psique, desde as tendências que herdamos de nossos pais e ancestrais (‘nossa, é a cara da mãe, mas é pavio curto igual ao avô…), até as marcas deixadas pela forma como assimilamos as experiências a que fomos submetidos nos diversos grupos sociais com que interagimos: família, amigos, escola, comunidades religiosas, parcerias afetivas, colegas de trabalho, etc. Nossa interação com cada um desses grupos é pautada pelo conflito anteriormente mencionado: como lidamos com nossas vontades e nossos interesses versus as restrições e interesses coletivos desses grupos.

A forma como registramos essas experiências, vai constituir nossas crenças, nossos hábitos, nossos padrões automáticos de interpretar os estímulos, nossos mecanismos de nos defender de ameaças (verdadeiras ou imaginárias), nossa capacidade de sentir sentimentos e emoções positivas ou negativas na interação com o meio ambiente, enfim, tudo isso deságua na definição da qualidade da vida que levamos.

Porque mantemos tão bem escondidas nossas dores?

De forma geral mantemos ‘guardadas’ (recalcadas) em nosso Inconsciente as imagens ou referências (as representações) que representam as memórias desagradáveis que vivenciamos. E as mantemos bem guardadas para que não voltem para a ‘região’ Consciente, pois se isso ocorrer, sentiremos novamente as dores e desconforto da experiência anterior.  Como nossa mente é eminentemente associativa, qualquer referência – seja um episódio semelhante, seja uma emoção semelhante – pode desencadear novamente o contato com a representação da dor que está escondida.

Por isso utilizamos mecanismos de defesa: para não acessarmos o Inconsciente, evitando sentir novamente a mesma dor. Dentre esses mecanismos de defesa podem ser citados por exemplo a negação do fato, a racionalização (uma justificativa falsa), a formação reativa (reação exacerbada e contrária ao fato), etc. Por exemplo, quando sinto cheiro de vela lembro da morte de meu avô; posso negar que esteja sentindo o cheiro para não lembrar da dor da perda desse ente querido.

A Psicanálise coloca especial atenção nos mecanismos de defesa, por que são eles que barram o acesso ao Inconsciente e se não tivermos acesso a essa região não alcançamos a origem dos problemas, além do que, ‘eu só consigo mudar aquilo que me permito enxergar’.

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