Série

Reflexões

2 - Um Breve Olhar Sobre Nós

Você já olhou para si mesmo buscando entender minimamente como Você funciona?

Este ser bastante complexo chamado ‘ser humano’ pode ser compreendido (ou incompreendido…) através de vários pontos de vista.  Uma abordagem interessante nesse sentido é a que considera que somos um ser misto, dual, que, por exemplo, se divide em componentes de características físicas e não físicas.

Claro que esta divisão é apenas um simples ponto de partida teórico para facilitar nossas reflexões, já que, de fato, cada ser humano é um todo fantástico cujas partes são interdependentes e funcionam simultaneamente como um sistema em harmonia perfeita.

Assim, assumindo essa divisão teórica, podemos considerar que os elementos com características físicas estão evidenciados em nosso corpo e na forma como trabalha o nosso organismo.

Nele são observados sistemas estruturais e mecânicos de extrema relevância (esqueleto, músculos, articulações); sistemas hidráulicos de alta eficiência (redes de bombeamento e de circulação de água, sangue, linfa e outros líquidos); sistemas bioquímicos de transformação de energia (digestão, filtragem de líquidos). Além de, especialmente, o vital sistema respiratório de troca de oxigênio e gás carbônico (inspiração e expiração).

Observamos também os sistemas óptico e auditivo de grande acuidade (rapidez de foco de nosso olhar e a instantânea captação de sons); sistemas nervosos e elétricos (transmissão e recepção de sinais entre o cérebro e todas as partes e órgãos do corpo); sistemas térmicos (regulação e estabilização de temperatura).

Destaque-se também o sistema nervoso autônomo, que regula o funcionamento de todo nosso organismo, sem que tenhamos que dar qualquer ordem para tanto (dentro do qual se inserem o sistema imunológico e os demais sistemas de proteção, defesa e restauração). Isso para citar apenas alguns elementos que compõem a criação perfeita da natureza que é nosso organismo.

Ao nos darmos conta da quantidade e da complexidade dos processos que se desenvolvem em nosso corpo, constatamos que, de fato, muito pouco criamos. Na verdade, quase tudo já está criado em nosso organismo e na natureza; somos mesmo copiadores, cocriadores, que evoluímos na medida em que compreendemos melhor as leis que regem a natureza e os sistemas que regulam nosso próprio funcionamento.

Cabe destacar que, como relevantes elementos de características físicas, são consideradas também todas as nossas emoções, assim entendidas como sendo qualquer manifestação no corpo derivada de reações a estímulos externos ou internos, tais como, por exemplo: tremores, suores, ou sensação corporal de estabilidade; aceleração ou redução de batimentos cardíacos; tensão ou relaxamento muscular; choro ou gargalhadas; aumento ou redução das atividades glandulares; dentre várias outras reações.

Utilizamos nosso corpo para experimentar a vida e é nele, ou através dele, que tudo acontece para nós. Ocorrem algumas percepções que, aparentemente, não conseguimos identificar com clareza em nossa dimensão física, como por exemplo, nossos pensamentos, nossos sentimentos, ou percepções que não compreendemos através de nosso intelecto. 

Essas percepções podem ser classificadas como elementos ou partes com características imateriais, não físicas e se referem ao que podemos denominar como dimensão dos sentimentos, dimensão do intelecto e dimensão espiritual deste ser humano.

A dimensão dos sentimentos corresponde à interpretação e à nominação das emoções manifestadas no corpo, que podem assumir o significado de sentimentos de prazer ou bem-estar (alegria, acolhimento, paz, disposição, amor…) ou de sentimentos de dor ou desconforto (medo, abandono, preocupação, tristeza, mágoa, culpa …). 


Uma emoção (sensação física) após interpretada e atribuída a ela um significado (pelo intelecto) passa a ser entendida como um sentimento. Abordaremos essa fundamental atribuição de significado em capítulo próprio de nossas Reflexões.


A dimensão
intelectual (ou mental) diz respeito à capacidade de pensar, de raciocinar, de associar referências, de compreender causas e efeitos, de atribuir significados e de analisar alternativas. Assim, diante dos estímulos que se apresentam, esta dimensão interpreta, oferece escolhas, opções de atitude, possibilidades de ação ao ser humano.


A dimensão
espiritual aqui considerada não se refere a questões religiosas específicas, mas sim, a como este ser se relaciona com tudo aquilo que foge à sua compreensão racional. Ou seja, refere-se a tudo o que transcende sua capacidade de identificar com clareza a relação de causa e efeito dos fenômenos aos quais está exposto, dentro do universo em que se insere. Nesse contexto, tem mais a ver com sua percepção sobre seu papel no mundo, sua integração com o meio onde vive e com os grandes propósitos de sua vida.


Mas como será que esses elementos ou essas dimensões física e não física interagem no funcionamento de nosso organismo e afetam nosso comportamento? Este é o tema de nossa próxima
Reflexão!

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WALTER SANZOVO

• Mentor • Psicanalista •
• Hipnoterapeuta • Coach •

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